| Foto tirada pelo estudante Rosemberg Angelo. |
Na aula do dia 07 de
Novembro de 2011 (segunda-feira) o professor Sérgio Sganzerlla, discutiu em
sala, durante os 30 minutos iniciais o texto Redes Sociais Digitais: A construção de outros “nos”. Foi abordado por alguns alunos o modo confuso pelo
qual a autora trata o tema. Para outros estudantes a autora intencionalmente
faz relatos contraditórios para aquecer o debate envolta do assunto. E assim
percorreu os primeiros minutos de aula, os estudantes também trouxeram para
aula as notícias que ocorreram durante a semana, com a publicação da Revista Época que fez um questionamento sobre a internet, onde um grupo cada vez maior
de pesquisadores acha que os jovens estão se tornando mais burros, decorrente o
uso excessivo dos aparelhos digitais.
Decorrido os minutos
iniciais de aula teve início o momento cinema da classe. A falta da pipoca e do
telão de cinema não foi nem percebido pela maioria, já que o filme A Rede Social conseguiu prender a atenção dos espectadores, de forma a somar
conhecimentos entre os presentes e acalentar a discussão final da aula, logo
após a exibição do filme. No decorrer do filme conseguimos fazer uma relação
entre as aulas administrada pelo professor Sérgio e a palestrante Karina
Menezes (Pedagoga e Mestranda da Universidade Federal da Bahia), como por
exemplo, a paixão dos Hacker pela internet, pelo que faz independente do
dinheiro que vai ganhar. Como mostra a passagem em que Mark está conversando
com três universitários e que é questionado sobre quanto ele vendeu o programa
que ele desenvolveu para a Google, e ele responde que não cobrou nada.
O filme “A Rede Social”
trata sobre o surgimento do Facebook. A rede de relacionamentos foi criada
dentro da universidade por um jovem. Após o fora de uma namorada, o estudante cria
um site com fotos de garotas da universidade para votação dos rapazes. Com esse
ato, ele consegue em pouco tempo derrubar a rede da universidade, devido o
grande número de acesso. Com uma dinâmica impressionante, ele passa um
sentimento amargo de profunda solidão e uma sensação de total desapego com tudo
e com todos.
Assim, com a exibição da
película, percebe-se como as diferenças e alteridade existente no cerne do ser
humano é capaz de provocar novas ações e atitudes. Falamos isso, devido às
praticas sociais desenvolvida pelo protagonista da obra, aonde ele é deparado
pelo sentimento do vazio, do nada, da solidão encontrando esses novos valores
pós-modernos. Portanto, discutir as redes sociais é entender como a nova ordem
se concebe e se desenvolve no seio contemporâneo. O termo “redes sociais” é um
polissêmico atualmente e não devendo ser restrito ao uso de site de
relacionamentos e compreender como uma nova forma de interação da atualidade.
Desta forma, a aula abriu
nossos olhos para saber “enxergar” – examinar minuciosamente esta nova forma de
interação pós-moderna, usando como ferramenta e, consequentemente, reflexão o
filme “A Rede Social”, alimentando a discussão e fomentando as análises
contemporâneas.
Grupo C: LEILA LOPES, SUELLEN RIBEIRO, ELLY FEITOSA, ROSEMEIRE CORREIA, ROSEMBERG ANGELO, MARCOS SÁ




O filme As Redes Sociais, mostra a maneira conturbada de como foi criado o facebook. Com uma dinâmica acelerada e por vezes doentia, a produção universitária nso revela sua órbita.
Com linguagem, por vezes "nerd", a construção das cenas são feitas a partir da mente de seu criador e de suas perspectivas de aprendizado.
As relações humanas estão, de forma bem clara, em segundo plano e mostra que as relações nas redes sociais podem ser superficiais e detonam uma discussão sobre a importãncia do homem neste contexto.