Palestra: ÉTICA HACKER, SOFTWARE LIVRE: SENTIDOS E POSSIBILIDADES.
Palestrante: Professora Karina Menezes
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A convite do Profº Sérgio Sganzerlla, a professora Karine Menezes, Pedagoga e Mestranda da Universidade Federal da Bahia, ministrou a palestra com muita propriedade e
conhecimento de causa, onde apresentou conceitos e definições, bem
como as principais características e diferenças entre Hacker e Crackers. As
aplicações e a ética hacker que consiste em um jeito diferente de pensar e
agir, sobre o trabalho, o dinheiro e a colaboração, foram largamente discutidas,
bem como as suas atividades, que consistem em: Paixão, Liberdade, Valor Social,
Abertura, Atividade, Cuidado com o outro, Criatividade e Privacidade, sendo
esse o tema mais polêmico da discussão. Em meio a toda polêmica, as importantes
e significativas contribuições dos Hackers, foram expostas em conjunto com
comunidades hackers.
Abordando uma temática delicada,
a Profª Karina, contextualizou a trajetória dos hackers, em quatro momentos,
que foram divididos em gerações, o que muito contribuiu para um novo olhar acerca
do HACKERS, que até então era visto, por alguns, como um criminoso. Isso devido a própria abordagem que era dado pela mídia mundial. E, por isso, para os que utilizam as suas habilidades e inteligência para fins criminosos, são denominados de CRACKERS.
Ao que tange os softwares livres, que apesar de ser chamado de livres, não quer dizer que são gratuitos, pois existem um custo para produzi-los, mas os valores diante aos proprietários, são bem mais acessíveis a população, a palestrante os apresentou, comparando-os aos softwares proprietários, sempre
destacando as vantagens daqueles, frente a estes, que a principal vantagem é a responsabilidade socioambiental do mesmo. Pois os softwares livres possibilita a inclusão de pessoas que não tem condições de comprar um software proprietário, podendo baixá-los na sua grande maioria os programas gratuitamente e o cuidado com o meio ambiente, por serem muito mais leves, pode ser rodados em qualquer computador, sem precisar comprar outro aparelho com maior capacidade.
Grupo B: Indira Nascimento, Manuel Alves, Leonardo Antonio, Luciano Alcântara, Gueise Reis e Maihana Cazuquel.




Muito legal o relato da equipe. Parabéns!
De fato, esse "bate-papo" com a professora Karina foi muito interessante e desconstruiu essa ideia de que hackers são criminosos, como é amplamente difundido pelos meios de comunicação de massa. tenho conversado com algumas pessoas sobre a diferença entre hacker e cracker e a surpresa é geral.
Outro ponto muito legal da conversa foi a abordagem sobre software livre. Fui apresentada esse ano ao Linux, no ambiente de trabalho, e apesar do meu estranhamento inicial, confesso que tenho gostado de trabalhar com esse sistema. Acredito que a ideia de abertura e colaboração defendidas pela comunidade hacker trará muitas e maiores contribuições para a sociedade informacional.
Abs,
Iasmin